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Protocolos
23 Outubro, 2018

Testemunhos Ozonoterapia

Maria Teresa de Jesus, 59 anos, Lisboa (DORES LOMBARES)
Recorri ao Centro de Ozonoterapia por Dores lombares.
Já alguns anos que tenho vivido com estas dores, tomei muitos medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, fiz algumas sessões de fisioterapia, mas não obtive nenhum resultado de melhoria da minha situação clínica
Com o passar dos anos meu estado clínico estava cada vez pior.
Para minha angustia, cada vez estava pior, sem alternativa terapêutica que melhorasse o meu estado clínico, já estava muito preocupada.
Achava que iria para uma cadeira de rodas porque inúmeras vezes ficava toda travada quase sem poder andar por causa das dores nas duas pernas, e por causa dos formigueiros nas duas pernas.
Ai comecei a pesquisar na Internet.
E através do Dr. Lair Ribeiro, descobri que tratamentos com ozonoterapia é um santo remédio.
Ai comecei a pesquisar onde poderia encontrar este tratamento aqui em Portugal.
Descobri o Centro de Ozonoterapia.
Fui até lá, comecei os tratamentos com o Enfermeiro Pires Santos.
Comecei a sentir os resultados de melhora logo após o 5º tratamento.
Estou no 8 sessão, com um óptimo resultado de melhora quase a 100%. As Dores já desapareceram na totalidade, os formigueiros na perna esquerda já desapareceram, os formigueiros da perna direita mantêm-se mas reduziram muito.
Durante os tratamentos de ozonoterapia estive sempre a trabalhar, nunca estive de baixa.
Estou satisfeita com todo o meu estado clínico em geral, e satisfeita com os resultados obtidos.
Luis Ferreira, 60 anos, Mafra (VARIZES)
Acompanhei a minha esposa ao Centro de Ozonoterapia e ao ver as melhorias do estado de saúde da minha esposa decidi fazer um tratamento de “teste”.
O resultado foi imediato, senti-me mais enérgico e bem disposto, e agora faço uma vez por mês uma sessão de hemo auto ozonoterapia.

Aproveitei também por indicação do Enfermeiro Pires Santos para secar algumas varizes nas pernas e especialmente nos tornozelos, que me preocupavam, (sou diabético e sei que tenho de ter muito cuidado com os meus pés). Em 4 sessões (de tres em tres semanas), o inchaço desapareceu e as zonas arrocheadas dos meus tornozelos reduziram-se de modo que hoje só tenho vestígios da situação anterior ao tratamento das varizes.
Tudo isto sem medicamentos nem cirurgias!
Fernanda Ferreira, 65 anos, Mafra (DORES LOMBARES)
Devido á minha doença auto imune Sindrome de Sjogram não devo tomar continuamente anti inflamatórios e analgésicos, para as minhas artroses em particular para as terríveis dores da região lombar.
O meu médico indicou-me a ozonoterapia como uma hipótese de alivio da dor.
E assim fui falar com o José Luís que me explicou pacientemente o que é a ozonoterapia e os passos a seguir.
Impressionou-me a abertura e honestidade de me explicar que não há garantias, que cada pessoa é um caso, e se depois de 3 ou 4 sessões de tratamento se eu não me sentisse melhor, não valeria a pena continuar.
O meu tratamento localizado na região lombar começou a fazer efeito de redução das dores articulares a partir da segunda sessão, e a partir de 5 sessões voltei a ter agilidade articular como há muito não tinha.
As minhas artorses estão controladas e deixei de ter dores. Fiz um conjunto de 12 sessões (uma por semana) e parei dois meses neste verão. Vou voltar após o verão para fazer uma ou duas sessões por mês como manutenção. Deixei totalmente os anti-inflamatórios, e os analgésicos; voltei a sentir-me bem e sem dores articulares.
Durante 4 anos fiz acupunctura com algumas melhorias temporárias, mas a ozonoterapia, no meu caso, voltou a trazer-me a agilidade e a ausência de dores que eu procurava.
Bruna Oliveira, 16 Anos, Vila Nova de Santo André (CONDROMALÁCIA - doença crónica do joelho)
Sou portadora de doença cronica de alopecia areata e condromalácia( doença no joelho cronica ), alopecia desde os 3 anos e após uma queda ao 10 anos, comecei com dores no joelho.
Fiz vários exames e nunca me diagnosticaram nada.
Com o passar dos anos as dores foram se agravando, dores horríveis e constantes; não havia medicação que fizesse efeito.
Comecei a andar de canadianas e deixei de ir à escola, subir escadas , refugiei-me em casa , comecei a tomar anti depressivos , calmantes e medicação para dormir pois já não aguentava a dor.
Fiz 3 artroscopia em 2 anos ao joelho esquerdo, fiz infiltrações , acupunctura, fisioterapia era seguida em ortopedia ,medicina da dor, pedo- psiquiatra e pediatra.
As dores mantiveram-se, só o simples toque no joelho era uma dor intensa, até o simples ato de calçar os sapatos, levantar da cama ou caminhar eram dolorosos.
Iniciei os tratamentos no Centro de Ozonoterapia com o Enfermeiro Pires Santos.
As dores diminuíram substancialmente após o terceiro tratamento, consegui recuperar a mobilidade , subir escadas e deixei de tomar a medicação para a dor e para dormir, recuperando a alegria de viver de se integrar no grupo escolar convivendo e participando na vida social .
Melhorei muito o meu estado geral.
Estou satisfeita com os resultados obtidos.
Fiz 12 tratamentos de Ozonoterapia.
Tiago Oliveira, 36 anos, Loures (FIBROMIALGIA)
Portador de Fibromialgia. Desde há alguns anos que tenho um problema de coluna na zona do sacro, nomeadamente uma Espondilolistese Istmica L5-S1 (alterações degenerativas de uma vertebra, caracterizada pelo deslizamento ou deslocamento de uma vértebra no sentido anterior, posterior ou lateral em relação à outra, ocasionando dor ou irritação da raiz nervosa).

Por outro lado, durante o ano de 2013 atravessei uma fase complicada a nível psicológico com sintomas depressivos e fiz alguma medicação para esse efeito.

Todos os anos em Setembro/Outubro com a mudança do tempo ficava pior da coluna, no entanto, precisava apenas de 1 ou 2 semanas a tomar um anti-inflamatório para poder estabilizar e seguir a minha vida normalmente. No entanto, desde Outubro de 2015 que este cenário alterou-se para pior, visto que as dores eram cada vez mais intensas, o descanso e o sono cada vez menos reparadores, o cansaço acumulado sempre a aumentar. Os sintomas incluíam dor lombar, dor difusa, dor nas pernas ao caminhar, formigueiro, perda de força e coordenação dos movimentos e em alguns casos, incapacidade de andar.

Além da coluna, comecei com dores intensas nos membros inferiores (pernas, joelhos e pés). Estas dores faziam-se sentir a nível muscular, esquelético e dos tendões. A partir de Dezembro de 2015, tudo isto se agravou ainda mais: as dores e o mal-estar passaram para os membros superiores (braços, cotovelos, pulsos, mãos e dedos) e parte superior da coluna. Todos os simples actos de calçar os sapatos, levantar sapatos, pegar em sacos e cabides, tomar banho e muito outros eram terrivelmente dolorosos…no corpo e também na alma pois era algo que me consumia e deitava ainda mais abaixo. Sempre fui uma pessoa com capacidade de iniciativa, proactiva, trabalhador, dedicado, meticuloso, perfeccionista, sempre pronto a ajudar quem me rodeava e aos pouco fui deixando de poder ser tudo isso pois simplesmente não conseguia…foi das pouca vezes na minha vida em que pensei e disse várias vezes: “(…) lamento, mas não consigo nem posso mais(…)”. Após consulta com o Neurocirurgião, fui encaminhado para a especialidade de Reumatologia em Março de 2015. Após fazer vários exames (Análises Clinicas; RX; TAC; Ressonância Magnética; Ecografias; Cintigrafia Óssea), por exclusão de partes e de acordo com o quadro de sintomas que eu apresentei, foi finalmente diagnosticada a Fibromialgia. A nível de medicação, comecei a tomar um relaxante muscular (Flexiban) à noite e por vezes a meio do dia quando estava pior, juntamente com a toma do analgésico / anti-inflamatório (Spidifen / Arcoxia / Naproxeno) em SOS. A nível de suplementos vitamínicos, comecei a tomar magnésio (Magnesona), vitamina D (Deltius) e vitamina B (Bencozyme). Fui igualmente aconselhado a fazer algum tipo de exercício físico de que gostasse (natação, caminhadas, ginásio…), no entanto, era quase impossível pensar nisso e fazer pois acordava todos os dias de manhã com grande rigidez, dores no corpo inteiro, um enorme cansaço e falta de energia. Se mal consegui ir trabalhar, de que forma é que conseguiria fazer exercício físico?!?! Quando acabava o trabalho apenas queria chegar a casa e estar sozinho sem ninguém à minha volta, ou seja, toda a minha vida social estava degradada e afectada, o meu estado mental e psicológico completamente em “burn out”. Depois de muito ler e pesquisar, decidi que não podia baixar os braços e desistir, e acima de tudo tinha de ter uma visão e uma abordagem holística de todo o meu problema e da respectiva envolvência. Comecei a alterar alguns hábitos alimentares: substituir o leite de origem animal por leite de origem vegetal; introduzir mais fruta e legumes na minha alimentação diária; evitar os alimentos processados. Fiz algumas sessões de massagens funcionais/terapêuticas e eletroterapia, fui seguido por um Osteopata e fiz medicação natural. Fiz também algumas sessões de Reiki para ultrapassar alguns bloqueios físicos e mentais. E por fim consegui dar o passo mais difícil e importante: fazer exercício físico através da prática regular de caminhadas de 30 minutos ao final da noite e depois de um dia de trabalho. Tive bons resultados e durante cerca de 1 mês senti um alívio dos sintomas e uma maior motivação e vontade de continuar a lutar para não me deixar cair neste limbo, no entanto, em meados de Maio e depois de uma viagem ao Algarve sofri uma recaída e comecei a ficar pior a cada dia que passava e sem perceber o que poderia fazer mais e melhor para seguir a minha vida com a normalidade possível, e sem perceber o que tinha feito de errado para ter voltado ao terrível ponto de partida.

Andei assim cerca de 1 mês até que a minha Mãe falou-me de uma reportagem no Correio da Manhã sobre a Ozonoterapia e os resultados positivos no tratamento de várias patologias, nomeadamente a Fibromialgia. Durante alguns dias fiquei com isto no pensamento, no entanto, estava desmotivado e sem força para fazer o que quer que seja, e ao mesmo tempo a pensar que poderia ser mais uma terapia inovadora e “não convencional” entre muitas outras que vão surgindo sem resultados muito visíveis e eficazes. Até que o “clic” foi dado através de um link enviado pela minha namorada, onde constava esse mesmo artigo do Correio da Manhã e que foi posteriormente publicado no site da APJOF. Falava da Ozonoterapia, dava a conhecer o Centro de Ozonoterapia e divulgava o trabalho efectuado pelo Enf. Pires Santos e a sua experiência na aplicação desta terapia. Este artigo da APJOF foi o “atestado de confiança” que me fazia falta para poder avançar e experimentar. E foi assim que em 21 de Junho de 2016 (3ª Feira) fui à 1ª consulta de avaliação e explicação de todo o processo…a perspectiva era positiva e a vontade de avançar era grande, daí que no final da consulta fiz logo a 1ª sessão de Ozonoterapia. Logo após esta 1ª sessão, notei melhorias significativas em vários aspectos, e daí ter efectuado uma 2ª sessão 4 dias depois no dia 26 de Junho de 2016 (6ª Feira). As melhorias foram imediatas e progressivas, ou seja, dia após dia sinto-me melhor, sendo que existem aqui 2 aspectos muito importantes: diminuição das dores e redução do cansaço. Estes 2 factores foram catalisadores de uma melhoria geral do meu bem-estar físico e psicológico que se notava em diversas dimensões: mais energia para realizar todas as actividades diárias (trabalho, lazer…); melhoria da condição psicológica e do estado anímico; redução para metade da medicação para dormir e conseguir descansar muito melhor mantendo ou até diminuindo as horas de sono; maior capacidade de raciocínio e agilidade mental no trabalho e elevado ritmo de execução das várias tarefas; retomar a minha vida social com a família e amigos. Posso chegar ao final dia cansado, tal e qual como qualquer pessoa após um dia intenso de trabalho ou lazer, mas consigo descansar de forma tranquila e com a certeza que esse descanso é reparador e revitalizante de forma a no dia seguinte estar tudo normalizado. Desta forma, a minha qualidade de vida melhorou bastante e estou muito satisfeito com os resultados obtidos após 3 sessões realizadas. Sei e sinto que a Fibromialgia está presente, no entanto, com esta terapia passa a ser uma doença com tratamento eficaz, sem efeitos secundários adversos, e em que o doente sabendo os seus limites consegue gerir de forma normal a sua vida diária praticamente sem limitações e sem estar de forma permanente com esse estigma. Sei e tenho consciência que nem todas as terapias têm os mesmos resultados positivos com todos os doentes e a resposta de cada um é diferente, no entanto, após estes resultados motivadores, tenho o dever de vos encorajar a experimentar e a tirar as respectivas conclusões pois acredito que está aqui uma resposta para muitas pessoas como eu que viram a dor e a fadiga crónica limitar abusivamente as suas vidas e retirar a vontade e o prazer de viver cada segundo das nossas vidas.
Jorge Fernando, 45 anos (HÉRNIA LOMBAR)
Tinha dores lombares e por vezes na perna esquerda.
Por vezes até os simples actos de calçar os sapatos ou levantar da cama, eram dolorosos.
As dores eram constantes diariamente.
Tomei medicação anti-inflamatória.... (Relmus ... presumo)
Nos primeiros anos ainda fez efeito... andei alguns anos com poucas dores... ultimamente a injecção só fazia efeito durante dois a três meses...depois as dores regressavam..
Iniciei os tratamentos no Centro de Ozonoterapia
As dores diminuíram, logo após o primeiro tratamento.
Depois de três ou quatro tratamentos, as dores reduziram mais de 50%.
Melhorei muito o meu estado geral.
Estou satisfeito com os resultados obtidos.
Fiz 12 tratamentos de Ozonoterapia.
Recomendo!
Carla Morgado, 38 anos (FIBROMIALGIA)
Em outubro de 2014, comecei a sentir muitas dores e fadiga inexplicáveis.
Estive quase três meses sem trabalhar. Passava os dias na cama e as dores eram tão fortes que até para comer eu tinha dificuldades. Não conseguia estar sentada, não conseguia estar de pé, não conseguia andar. Tomei anti-inflamatórios e analgésicos mas nada fazia efeito.
Em desespero recorri a uma consulta de urgência. Perante exames normais e o meu histórico clínico depressivo, disseram-me que o que tinha era uma depressão. Recusei esse diagnóstico e procurei outros médicos que me ajudassem a descobrir o motivo de tantas dores e da fadiga extrema.
Continuando sem respostas, consultei o meu médico de família, que voltou a pedir exames, prescrevendo cortisona para me aliviar os sintomas.
Sem quaisquer melhorias e desesperada de dores vi-me obrigada a recorrer novamente às urgências, e aí encontrei uma médica que me disse que os meus sintomas se enquadravam no diagnóstico de fibromialgia mas que teria de aguardar o resultado dos exames.
Mais uma vez os mesmos nada acusaram e o médico de família continuou a insistir no diagnóstico de depressão.
Por iniciativa própria procurei um reumatologista, que perante todos os exames e as minhas queixas e após realizar o “teste” dos pontos gatilho, confirmou que tinha realmente fibromialgia. Estava no mês de dezembro.
Neste tempo todo cheguei a tomar 13 comprimidos por dia. Fiz acupunctura – por vezes mais do que uma vez por semana - que aliviava ligeiramente as dores. Fiz hipnoterapia que me ajudava a relaxar mas não tirava as dores. Fiz eletroterapia sem quaisquer resultados. Tudo que me diziam que poderia aliviar os seus sintomas, eu experimentei.
Um dia peguei numa revista e leu um artigo no qual uma portadora de fibromialgia falava da Ozonoterapia e dos efeitos positivos desta terapia no alívio sintomatológico.
Depois de uma pesquisa sobre o tema encontrei o Centro de Ozonoterapia. Comecei a fazer os tratamentos em setembro de 2015 e logo de início notei que dormia muito melhor, algo que nem com os comprimidos conseguia fazer.
Presentemente só faço ocasionalmente o tratamento, como manutenção, e já estou a trabalhar a tempo inteiro, estando desde fevereiro sem tomar um único comprimido.
Paula Rodrigues, 40 anos, Lisboa (TENOSSINUVITE)
Após uma lesão traumática, fui diagnosticada com uma Tenossinuvite na zona lateral externa do pé direito. As dores eram insuportáveis e de imediato iniciei terapêutica anti-inflamatória tópica que resultava apenas durante o tratamento.
Como último recurso fiz ainda uma infiltração com corticóides.
Paralelamente, desenvolvi uma dor na articulação tíbio-társica do mesmo pé que me limitava imenso na prática de exercício físico, nomeadamente corrida e natação.
Como já conhecia os benefícios da Ozonoterapia decidi experimentar.
Desde o primeiro tratamento notei melhoras progressivas em ambas as zona lesionadas e melhor que tudo sem nunca ter interrompido ou mesmo abrandado a prática desportiva.
Passadas sete sessões de tratamentos, posso dizer que tudo voltou ao normal, sem dores nem qualquer limitação nos movimentos.
Maria Edna Breitenstein, 88 anos, Grândola (ISQUEMIA CRÍTICA DO MEMBRO INFERIOR DIREITO)
Foi-me diagnosticada, uma isquemia do membro inferior direito por oclusão da artéria ilíaca direita. Como tenho um aneurisma da aorta abdominal, hipertensão arterial, cardiopatia, doença pulmonar obstrutiva crónica e pneumotórax espontâneo, a solução que davam para o meu caso era a amputação do membro inferior direito acima do joelho. Como sou Holandesa recorri a um hospital na Holanda e a solução para o meu caso foi operar para melhorar a circulação, devido as minhas complicações de saúde decidi não recorrer a esta solução porque as consequências podiam ser graves ou mesmo fatais
Quando entrei no Centro de Ozonoterapia tinha necrose (morte celular), visíveldo 3 e 4 dedo do pé direito, várias feridas espalhadas pelo pé, um vermelho escuro (azulado) muito acentuado no pé.
Fazia morfina em autocolante com absorção cutânea e paracetamol por causa da dor extrema que tinha, usava uma cadeira de rodas para movimentar-me, não conseguia calçar nada.Lovenox como anticoagulante.Não dormia nem comia (muito pouco) porque as dores eram insuportáveis.
Após uma consulta, iniciámos os tratamentos com Ozono, era a minha última esperança antes da amputação. Como tenho conhecimento da alta mortalidade e morbilidade associada as amputações na minha idade, porque não queria ser amputada arrisquei o tratamento com ozonoterapia mesmo desconhecendo a ozonoterapia.
As dores foram desaparecendo, deixei de aplicar os autocolantes de morfinae o uso contínuo de paracetamol.Voltei a dormir sem ter dores durante a noite e por consequência o apetite voltou.Os tratamentos com Ozono deram-me qualidade de vida,sem ter que ser dependente de outros para as minhas tarefas domésticas.
O cheiro fétido desapareceu no 3 e 4 dedos e nas restantes feridas do pé direito, todo o membro deixou de ter a cor azulada/vermelho escuro que tinha.
Comecei a andar a pé e a calçar sapatos.
Neste momento,continuo a ter a minha perna, não apresento isquémia do membro nem as feridas que tinha.
A Ozonoterapia salvou a minha perna e mudou para sempre a minha vida.
Nádia Nunes, 34 anos, Lisboa (HÉRNIA CERVICAL)
Durante alguns meses, tinha dores cervicais intensas e foi-me diagnosticada uma hérnia cervical extrusa ao nível C6-C7.
As dores eram muitas: passava as noites em claro, não conseguia ter uma vida profissional e pessoal normais. Recorri diversas vezes a vários hospitais, para alívio da dor com fármacos. Alívio esse que só acontecia com a administração em simultâneo de Voltaren e Relmus Intramuscular, Ben-U-Ron Endovenoso, Cetorolac Endovenoso, Tramadol e Primperan Endovenoso, mas o efeito dos fármacos durava apenas umas horas. Depois voltava tudo ao mesmo.
Andei assim durante 5 meses. Andava desesperada.
Recorri ao Centro de Ozonoterapia. Após a primeira administração de ozono, senti algumas melhoras, Comecei a ter menos dores e a conseguir descansar. Tratamento após tratamento, constatava que a minha qualidade de vida melhorava, pois as dores atenuavam.
Como o tratamento definitivo para este tipo de hérnia discal tinha de ser cirúrgico, fui operada.
A minha qualidade de vida melhorou muito, desde que comecei a fazer os tratamentos de Ozonoterapia.
António Oliveira, 38 anos, Odivelas (VARIZES)
Tinha varizes (uma das varizes era de grandes dimensões) e derrames nos membros inferiores, o que não é muito habitual nos homens. Passo muitas horas em pé por motivos profissionais, incomodava-me porque tinha algum edema e cansaço nos membros inferiores.
Recorri ao Centro de Ozonoterapia onde fiz esclerose de varizes e derrames apenas com a administração de ozono.
Todas as varizes e derrames que foram picados desapareceram com apenas uma administração de ozono até as varizes de maiores dimensões.
Fiquei satisfeito com o tratamento e recomendo.
Anónimo, 46 anos, Almada (HEPATITE C)
Sou portadora de Hepatite C, nas últimas analises efectuadas tinha os valores de carga viral muito elevados o médico aconselhou-me a iniciar a toma de Interferon, por opção minha não iniciei a toma do fármaco por saber a enorme quantidade de contra-indicações, advertências e precauções especiais de utilização, interacções medicamentosas e outras formas de interacção, efeitos indesejáveis, tal com está descrito em:
http://www.infarmed.pt/infomed/download_ficheiro.php?med_id=34365&tipo_doc=rcm Fiz o tratamento aconselhado pelo Enfermeiro Pires Santos, voltei a repetir as análises ao sangue.
Tal como era meu objectivo os valores da carga viral de Hepatite C diminui.
Fiquei satisfeita com os resultados obtidos, quando voltar a necessitar de diminuir a carga viral volto a recorrer ao Centro de Ozonoterapia.