Outras Aplicações
22 Outubro, 2018

Perguntas frequentes sobre a OZONOTERAPIA

Quais as doenças abrangidas?

Quais as doenças abrangidas?

Muito utilizada para tratar dor crónica, a OZONOTERAPIA é actualmente utilizada em mais de 200 doenças;
Problemas circulatórios arteriais e venosos periféricos, cardíacos e cerebrais;
Feridas (infectadas ou não), úlceras varicosas; pé diabético; queimaduras;
Doenças intestinais (colites, proctites, fistulas);
Doenças infecciosas (bacterianas, virais, fúngicas, parasitárias) incluindo pneumonias, infecções pós cirúrgicas, infecções urinárias de repetição, hepatites;
Doenças reumáticas;
Doenças dermatológicas;
Doenças renais;
Doenças ortopédicas (tendinites, lesões articulares, lesões musculares crónicas, hérnia discal);
Pode ser aplicada como terapia coadjuvante em pacientes com cancro.
Qual o tratamento mais adequado?

Qual o tratamento mais adequado?

Dependendo da doença a ser tratada, avalia-se qual o melhor protocolo de administração. Muitas doenças de intestino, bexiga, próstata e ovários podem ser tratadas por via retal, com a administração de ozono através de uma pequena sonda. Outras doenças devem ser tratadas através da ozonização direta do sangue. Algumas patologias articulares são tratadas por administração do ozono dentro da própria articulação. O tratamento depende de cada caso e de cada doença.
Quantos tratamentos são necessários?

Quantos tratamentos são necessários?

O número de tratamentos e a frequência com que são aplicados, depende da doença e estado do paciente.
Porque a resposta do organismo aos tratamentos é gradual, são necessárias várias sessões para assegurar máxima eficácia. O recomendável são várias sessões até um máximo de 20, 2 ou 3 vezes por semana.
Como é aplicado?

Como é aplicado?

A OZONOTERAPIA, utiliza ozono clínico, que não é mais que a conjugação de dois componentes naturais e combinados entre si: Oxigénio puro (O2), fornecido em “garrafas” e Ozono (O3), produzido por equipamentos próprios (geradores de ozono); genericamente à proporção de 95% e 5% respectivamente (as concentrações variam em função de cada caso clínico). É administrado por via intramuscular, intra-articular, rectal, uretral, vaginal, subcutâneo, intradérmico.
Administrando o gás isoladamente, sangue ozonizado, água ozonizada, creme ozonizado.
Tem efeitos secundários?

Tem efeitos secundários?

A OZONOTERAPIA é praticamente isenta de efeitos secundários. Não tem interação medicamentosa com Fármacos, sejam convencionais e homeopáticos, ou outros tipos de terapias. Deve no entanto atender-se a que o equipamento gerador de ozono clinico deve ser de alta qualidade de forma a gerar as concentrações de ozono corretas em função de cada doença. Além dos equipamentos clínicos especializados, é necessário um perfeito conhecimento das diversas técnicas de aplicação para que se tenha uma noção exacta das quantidades e das concentrações de ozono a serem utilizadas para assegurar a máxima eficácia do tratamento.
Há pessoas que não podem fazer OZONOTERAPIA?

Há pessoas que não podem fazer OZONOTERAPIA?

Sim. É contra-indicação absoluta para os portadores de anemia hemolítica e hipertiroidismo não controlado. Depois há cuidados especiais a ter com os doentes diabéticos e com os doentes hipertensos, em que as necessidades de medicação, diminuem após iniciarem os tratamentos de OZONOTERAPIA; a vigilância dos valores de tensão arterial ou da glicémia efetuados pelo paciente são suficientes.
Só pessoas doentes podem utilizar a OZONOTERAPIA?

Só pessoas doentes podem utilizar a OZONOTERAPIA?

Não! O ozono tem o poder de modulação do sistema imunitário, libertando protectores celulares, aumentando a resistência às doenças; o ozono tem alto poder oxidante. Isto permite o combate ao envelhecimento das células e do organismo. Portanto, qualquer pessoa, em qualquer momento da vida pode usar a OZONOTERAPIA para melhorar o seu metabolismo, a imunidade e a resistência às doenças.
A OZONOTERAPIA é cara?

A OZONOTERAPIA é cara?

A OZONOTERAPIA, uma terapia natural, onde não existe a administração de nenhum medicamento, é uma terapêutica económica, se se atender aos custos alternativos (antibióticos, anti-inflamatórios, etc.). Não obstante o número de sessões necessárias à eficácia terapêutica, ainda assim é uma alternativa mais económica que outras possibilidades terapêuticas. É aconselhável uma consulta de avaliação prévia para determinar o protocolo adequado.